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Solucionando o Problema da Fêmea "Limpa - Ninho"

Texto e fotos de Franco Manopoli - publicado na Alcedo Edizioni n° 42 Adaptação: Antonio Carlos Lemo - Juiz OBJO FOB-OMJ COM

 

Nestes quase trinta anos de criação de canários sempre me deparei com o problema de fêmeas que ao limpar os111111111111111111111111 dejetos no fundo do ninho pegam também as anilhas e as jogam para fora, muitas vezes juntamente com os filhotinhos. Quando demorava a perceber, os filhotes morriam por falta de calor, ou na melhor das hipóteses, ficavam sem anilhas. Resolvi o problema no mesmo dia em que li o artigo que transcrevo abaixo.

Simples! Como não pensei nisso? A única diferença é que usei uma redinha verde, pois, não consegui a marrom. A fêmea puxou pra cá, prá lá, mas, continuou tratando os filhotes como se a rede não estivesse lá. Eu usei com Gloster e Topete Alemão, para os pássaros de maior tamanho, recomendo observar se os filhotes conseguem atravessar a cabeça pela redinha, pois, precisei usá-la durante mais tempo e troquei por outra de malha mais larga.

A. C. Lemo

Colocar a anilha nos filhotes para muitos criadores é uma coisa muito simples.

Tem quem anela já no quinto dia, por outro lado, tem quem espera ver as fezes na borda do ninho para anilhar os filhotes.

Nesse último caso, é mais trabalhoso, por outro lado, há uma maior chance da mãe não jogar para fora do ninho a anilha juntamente com o filhote. Mas, às vezes, é encontrado assim mesmo algum filhote no chão.

Em alguns casos, é suficiente colocar novamente o filhote no ninho e tudo volta ao normal.

Acontece também da mãe não jogar fora do ninho o anel com o filhote, mas na tentativa de tirar a anilha emperra-o nos dedos, uma situação que demorada para ser descoberta cria uma deformação no pé, caracterizada pelo dedo posterior voltado para frente.

Com os canários o fenómeno da "fêmea limpa-ninho" é muito raro, ao passo que com os indígenas e exóticos é um problema frequente, e é necessário camuflar o anelzinho colorindo-o com cor de corda como o material do ninho, ou recobri-lo com esparadrapo cor da pele ou com uma tira emborrachada.

Mas não há o que fazer: se a fêmea é muito fiel e dedicada ao seu dever de mãe, de qualquer maneira descobre o segredo e joga para fora o filhote, às vezes, obrigando-nos a passá-lo para outra mãe.

Algumas vezes, parece que tudo está correndo bem, mas assim que os filhotes saem do ninho, aparece um com o anelzinho emperrado e que está com a deformação do dedo posterior. Se há uma intervenção rápida, quando o filhote ainda está no ninho, imobilizando o dedo com um esparadrapo, em média de 20 a 30 dias é recuperada em parte a

funcionalidade do dedo. Mas, se o esparadrapo é colocado quando o filhote já está fora do ninho, são poucas as esperanças de que terá um bom resultado.

Depois de alguns dias o filhote tira o esparadrapo, (especialmente canários). Colocado novamente, ficaremos todos os dias controlando-o, e com frequência o reencontraremos desajustado ou tirado novamente.

Pessoalmente resolvi o problema há vários anos de maneira simples e eficaz. Há alguns dias, conversando com alguns amigos criadores de canários fui solicitado a endireitar pés de canários que já estavam livres, mas com o "pé escorregadio".

Aquilo que para mim era óbvio, para eles foi uma novidade para ser contada a todos. Espero fazer algo útil ao descrever como opero.

Como evitar que a fêmea jogue os filhotes

para fora do ninho?

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Simples, com um pedaço de rede.

Com frequência, eu uso um pedaço de rede de cabeleireira, aquela de malha com fio de 13 mm fino marrom. Confunde-se muito bem com o material do ninho e nunca aconteceu da mãe ter criado problemas. A rede é posicionada de maneira a envolver completamente o ninho e travada em baixo atando as quatro arestas.

Atenção, importante, na parte superior deve ficar muito frouxa para que a mãe possa aquecer os filhotes sem dificuldade. Os filhotes erguem a cabeça através da malha para receber o alimento, e mesmo abaixando-se novamente, apóiam-se sobre o fio sem nenhum problema, justamente porque posicionamos a rede para que ficasse muito frouxa com muita liberdade de movimento. São suficientes de 4 a 5 dias e depois a rede já pode ser retirada (veja fotos acima).

Reparando o dedo posterior deformado

É inútil insistir em colocar e recolocar o esparadrapo, pois, existe um sistema mais simples e eficaz. É necessário amarrar o dedo da maneira que vou descrever.

Parece complicado, mas o único inconveniente é que é preciso a ajuda de um amigo que segure o pássaro enquanto executamos a operação.

Pegamos um pedaço de barbante ou fio de algodão bem resistente com uma espessura de aproximadamente 0,15­0,20 mm.

Inicia-se com um simples nó corrediço. Depois de ter enlaçado o dedo posterior exatamente entre a última e a penúltima almofadinha, são feitos três nós simples. 0 nó não deve ser muito apertado e nem muito frouxo.

Neste ponto, enrolamos a extremidade do fio ao redor da perna, (duas voltas) acima do anelzinho. Prendemos tudo atando as duas pontas do fio.

Executamos uma série de nós, no mínimo 4 ou 5, sobre os quais colocamos uma gota de Super Bonder. Esperamos que a cola seque.

Isso evita que ao bicar o fio com fúria o filhote consiga desfazê-lo. Deixando opássaro livre veremos que já apoia normalmente o pé no poleiro. Depois de aproximadamente um mês cortaremos o fio e a pezinho voltará ao normal. As imagens fotográficas tornam mais simples o procedimento.

A sequência dos nós não é aleatória.

O nó corrediço inicial é necessário porque em um mês com a perninha crescendo, mesmo que um pouquinho, não encontra um obstáculo rígido, mas sim um mínimo de espaço. Os três nós seguintes são a exata distância do dedo em posição de segurar sobre o poleiro. No final, os cinco nós servem para permitir que a gota de cola grude bem..

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Após esta primeira etapa, devemos lavar rigorosamente as sementes para eliminar os resíduos do produto adicionado a água, e deixá-las em repouso sobre uma peneira coberta por um pano molhado, de modo a manter a umidade ao longo do dia. Estas sementes deverão ser molhadas algumas vezes de modo que fiquem sempre úmidas.

À partir desta etapa, basta manter a umidade e aguardar que a sementes germinem, quando aparecem pequenos brotos. Quando os brotos atingirem o ponto desejado, novamente após vigoro­sa lavagem com água limpa, deverão ser servidas aos pássaros.

Dependendo da semente e da tempera­tura do ambiente, este tempo pode variar um pouco.

Quanto mais tempo de germinação, mais matéria verde se obtém e menor o teor de proteína da semente germinada. A decisão de quando as sementes devem ser servidas aos pássaros depende do criador e deve ser tomada em função das necessidades de alimentação do plantel e da aceitação pelos canários.

Riscos da germinação

A germinação, se não tratada adequa­damente, apresenta riscos de contami­nação por fungos e de fermentação das sementes, conforme comentado acima, altamente prejudicial aos pássaros.

A água utilizada na primeira etapa do processo deverá ser trocada pelo menos três vezes durante o dia, e deverá conter um anti-fúngico (Cloro, Água Sanitária doméstica, Virkon, Kilol, Milton, etc...).

Com isso praticamente se eliminará a possibilidade de formação de fungos, mantendo as sementes saudáveis.

O rigor na lavagem é MUITO IMPOR­TANTE em todas as etapas do processo de modo a reduzir os riscos e garantir a qualidade das sementes germinadas.

Conclusão

A inclusão de sementes germinadas na criação de canários diversifica a alimen­tação e melhora os resultados quantitati­vos da criação. Diminui mortes prema­turas de filhotes após a separação dos pais, contribui para a formação de filhotes mais fortes, reduz o custo final de alimentação e proporciona mais saúde ao plantel.

O risco no uso de

verduras na criação de canários

O uso da verduras de rosnas é largamente utilizado pela maioria dos criadores de canários, principalmente durante o período da criação, embora muitos ainda evitam sua utilização por motivos variados.

Entre todos os alimentos, as verduras também se fornecidas em abundância poderão trazer distúrbios intestinais pela sua riqueza na fibra.

Assim, os aficionados deverão seguir o que dita a experiência daqueles que fazem uso periódico delas, observando a quantidade fornecida aos pássaros, assim como o número de vezes por semana.Com estes cuidados, as verduras certamente contribuirão junto com outros alimentos de qualidade, para a formação de pássaros sadios e saudáveis.

Porém, o grande problema que encontramos principalmente para aqueles que vivem em grandes cidades, é a obtenção de verduras isentas de resíduos de agrotóxicos, que muitos horticultores ainda insistem em utilizar. No interior, normalmente os criadores moram em locais onde existem áreas em que se pode cultivar hortaliças, ou mesmo algum amigo vizinho que produzem tais verduras sem utilizarem defensivos agrícolas.

Se os produtores de hortaliças respeitassem o período de carência, e/ou ainda utilizassem produtos específicos sob recomendações de técnicos , os problemas seriam certamente amenizados ou pelo menos controlados.

Os defensivos agrícolas das classes dos fosforados e carbonatos tem efeito fulminante quando ingeridos pelos pássaros, levando-as à morte em menos de 10 minutos. Dependendo do produto utilizado, a medida de prevenção conhecida entre os criadores, tais como a lavagem das verduras, por exemplo de nada adianta.

Assim sendo a melhor medida de prevenção é a obtenção de verduras de produção própria ou de local conhecido, e não utiliza- las quando o local de produção é desconhecida, pois poder-se-a correr o risco de uma amarga e irreparável experiência.

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