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Pontos Nevralgicos

sementesEng. Agr. Orlando Ripari

Na busca incessante para atingirmos as condições ideais de criação de canários; entre muitos fatores um deBBBBBBBBBBBBB suma importância é a sanidade dos alimentos consumidos pelos pássaros.

Vamos analisar primeiro as sementes que compõem a mistura de grãos indispensáveis aos pássaros granívoros.

No processo de colheita das várias espécies de grãos (alpiste, colza, niger, senha, nabão, linhaça, aveia etc...), junto com as sementes, vem impure­zas diversas. Que são sementes de outras espécies nascidas junto com a "cul­tura principal". Que, na terminologia agronómica, seriam as espécies invaso­ras que concorrem com a "cultura principal".

Após a colheita temos uma mistura da "semente principal" juntamente com outras sementes e impurezas que variam de granulometria (gravetos até poeiras).

Portanto, as sementes devem sofrer um processo de limpeza que vai desde a separação por ventilação até a mesa gravitacional. A ventilação elimi­naria as partículas com pesos específicos inferiores aos da "semente princi pal". A peneiração seria a passagem da "semente principal" por peneiras re­guladas para somente retê-las.

Enfim hoje existem maquinarias específicas para limpeza de várias sementes ou grãos, variando desde cereais, café até sementes de pastagens (gramíneas e leguminosas).

O objetivo é conseguir o máximo de pureza das sementes. Quando estas são destinadas ao plantio considera-se também o índice de germinação (a pureza e a germinação determinarão o Valor Cultural).

No nosso caso seria considerar o grau de pureza. Obter sementes livres de corpos estranhos sejam eles de que tamanho forem.

Por uma razão bastante lógica do ponto de vista prevencionista de doenças do aparelho respiratório, do trato digestivo e do sistema ocular das aves.

Ao "descascar" as sementes com os bicos, as impurezas presentes pe­netram no trato digestivo e são também inaladas pelas vias respiratórias. Isto acarreta inúmeros distúrbios digestivos e respiratórios, que vão se acumulan­do ao longo dos tempos (fase grave à aguda). Aí... tome remédios... Aí a repro­dução é afetada, bem como a saúde como um todo.

Já paramos para refletir sobre a taxa de natalidade e fertilidade de nossos plantéis, e o consumo exagerado e indiscriminado de Medicamentos?

Após a colheita e benefício, as sementes devem ser armazenadas em condições de temperatura, umidade e arejamento controlados; para que não se desenvolvam microrganismos que no seu metabolismo (fermentações) libe­rem toxinas nocivas aos nossos pássaros.

Observemos os países desenvolvidos como tratam esta questão. O contro­le de qualidade é ponto de honra da mercadoria posta à disposição dos criadores.

Estamos longe de chegarmos lá... E uma questão de conscientização e de exigirmos qualidade; imprescindível para a saúde de nossos pássaros.

No dia-a-dia ao manipularmos a maioria das sementes em nossos criadouros, sentimos o efeito daquela "poeirinha" nos incomodando tanto nas narinas quanto na pele (efeito urticante... coceiras); imaginem nas aves.

Ao retirarmos os recipientes de alimentação, após terem sido consumidos os grãos constatamos uma quantidade considerável de material inerte presente no fun­do dos recipientes. Isso não é só perda económica, mas risco à saúde dos pássaros. Se a semente suja custa menos, pague um pouco mais por uma semente limpa.

Cuidado com sementes muito tempo armazenadas em condições tec­nicamente imperfeitas. Da mesma forma que somos precavidos em não con­sumir alimentos deteriorados (embolorados... prazos vencidos), nossos pássa­ros também são sensíveis à intoxicações.

E muito simples, observe na Natureza onde e que tipo de alimentos os pássaros vão buscar. Os mais fresquinhos, saudáveis e limpos. No cativeiro são obrigados a "engolir" o que dermos a eles.

Aí seu organismo ter que se desdobrar na elaboração de mecanismos de defesa. E gasto de energia... é diminuição de vida reprodutiva.

Nossos Clubes, através de uma Consultoria Técnica, devem debater o problema democraticamente e orientar seus associados.

Com relação às rações farinhadas critérios rigorosos devem ser observados.

São substratos ricos em proteínas, vitaminas, probióticos etc... e tem que obedecer a critérios rigorosos de controle de qualidade. Felizmente temos no mercado produtos controlados com responsável técnico no comando.

Mesmo assim ao servirmos a ração aos pássaros devemos ter o cuidado de dar a quantidade suficiente para o consumo do dia (principalmente se for umedecida). Qualquer "sobra" pode acanetar fermentações tóxicas aos pássaros.

Um ponto que se tem discutido é sobre a validade de fornecer vitami­nas líquidas no bebedouro.

E extremamente importante o fornecimento desse complexo vitamínico aos canários. Isto completa a alimentação: mistura de grãos - farinhada (ra­ção) - vitaminas via líquida.

Argumenta-se que a solução vitamínica no bebedouro pode servir de meio de propagação de microrganismo.

Ora, se um canário consome aproximadamente de 5 a 10 centímetros cúbi­cos de água por dia; devemos por à disposição dele uma solução vitamínica sufici­ente para o consumo diário. E isto está dentro dos ditames técnicos: "a água deve ser trocada diariamente". Não há necessidade de vermos os bebedouros individuais "cheios até a boca"; basta colocarmos a quantidade a ser consumida no dia.

Assim procedendo podemos dar soluções vitamínicas via líquida duran­te todo o tempo. Entretanto, devemos ter o cuidado de usar bebedouros de pare­des escuras, para evitar decomposição de certos nutrientes.

Quanto ao fornecimento de verduras aos canários sabemos que temos que tomar dois cuidados fundamentais:

Io - Lavagem das folhas em água limpa e corrente por bastante tempo.

Isto com a finalidade de eliminar algum resíduo de defensivo agrícola (existe o prazo de carência do defensivo: intervalo entre a última aplicação e o consumo do alimento).

- Eliminação de bactérias, protozoários, helmintos etc... que podem se alojar nas folhas.

Para tal usamos uma solução de Hipoclorito de Sódio a 2,5% e Cloreto de Sódio (estabilizante).

Recomenda-se usar 10 gotas para cada litro de água. Deixar as folhas em imersão nessa solução durante meia hora; depois lava-las em água corren­te e servir aos canários.

No mercado existem vários produtos a base de Hipoclorito de Sódio. Um deles é o "Puri-Verd" em frascos de 30 ml; bastante prático e a venda em varejões de verduras e frutas.

Muitas diarreias são ocasionadas por microrganismo e vermes presente nas verduras.. Essa recomendação acima é valida para nós humanos também.

E bom lembrar que ao varrermos o chão do canaril (criadouro), deve­mos antes pulverizar uma névoa fina de água para não levantar poeira (preju­dicial a nós e aos pássaros).

Vamos abrir o debate sincero e chamar os académicos para participar.

Nosso objetivo é aprendermos sempre, desde as conversas ao pé da escada da sede da UCCC até os umbrais das Universidades onde se depura o método científico.

Tem muito assunto... Tem muitos temas... Teclas já batidas... Mas sem­pre bem lembradas.


 

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