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O comportamento das Melaninas nos Opalinos e nos Ônixes

comport_melaninasTexto original de Giovanni Canali
publicado na Ítalia Ornitológica – 11/2001 Tradução de Arnaldo Silva Araújo

As mutações opalino e ônix são, conforme sabemos, recessivas autossômicas em relação ao tipo ancestral, mas entre JSIISJSJSJSJJJJAsi são alelomórficas co-dominantes.

As expressões melânicas são muito diferentes: nos opalinos ocorre uma forte redução melânica com efeito "cinza-azulado" no que diz respeito às eumelaninas. Característica exclusiva dos opalinos é a inversão das melaninas, que neste tipo são mais acentuadas na parte interna das penas. Uma outra característica, também totalmente exclusiva dos opalinos, é a presença de pequenos "barramentos" melânicos, não muito regulares, nas rêmiges e sobretudo nas retrizes. São aquelas "estriazinhas" visíveis principalmente na parte interna das penas, especialmente as mais ricas de melaninas. Essas "estriazinhas" hiper-pigmentadas de eumelanina podem lembrar a princípio as lesões produzidas pelo ácaro de pena, que entretanto são mais claras. Por outro lado, quando ocorre a lesão provocada pelo ácaro, a pena fica danificada, enquanto no caso dos opalinos ela aparece perfeita.

Também o fator ônix manifesta-se de forma muito singular, mas muito diferente do que ocorre nos opalinos. A melanina permanece principalmente na parte externa das penas, como no tipo ancestral, e não sofre uma forte redução como nos opalinos. Vê-se uma modesta modificação das eumelaninas, enquanto a(s) feomelanina(s) não são visíveis, pois sofre(rn), ao que parece, um singularíssimo fenómeno de substituição, "transformando-se" em eumelaninas (vide NT.l), que saem do seu centro de convergência, criando um efeito típico na envoltura, mas não chegam à extrema periferia das penas (que permanece clara), por sua vez o centro de convergência da(s) feomelanina(s). Também nos ônixes encontramos "barramentos" nas rêmiges e sobretudo nas retrizes , apesar de serem um pouco diferentes daqueles vistos nos opalinos, pois parecem-se mais com "bandas" do que com pequenas estrias. O efeito não e muito evidente, mas pode ser notado após cuidadosa observação, especialmente nos exemplares canelas, e na parte exterior das penas. Esses "barramentos" constituem uma semelhança entre as duas mutações, que são alelomórficas mas muito diferentes. Espero não ouvir novamente dizerem que o ônix é o inverso do opalino ! As cores e os mecanismos são bastante diversos: se o fato do ônix apresentar mais melanina na parte exterior das penas for normal, a exceção será o opalino, especialmente em relação ao tipo ancestral.

Neste artigo pretendo destacar o aspecto dos "barramentos" de melanina, que certamente não é muito importante pelo lado estético, mas digno de nota, seja pela analogia parcial entre as duas mutações, seja pelo interesse nada desprezível sob o ponto de vista científico.

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Efetivamente, os "barramentos" são bastante comuns, especialmente nas asas, seja nos tipos ancestrais, seja nas mutações. Nos tipos ancestrais temos diversos exemplos, como no género Carduelis, sendo típico o "Cardellino" com máscara amarela. Entre as mutações, o efeito dos genes modificadores produz os "barramentos" no tipo pastel, fazendo aparecer o tipo asas-cinza, e pode ser mais facilmente percebido nos exemplares com efeito parcial.

Outro tipo de "barramento" que penso poder ser considerado patológico ocorre em diversas espécies devido a problemas alimentares e estresse. Se não me engano, já foi publicado um artigo científico, a respeito dessas ocorrências em aves de rapina. Outro artigo muito interessante a este respeito foi escrito por P. Borelli, na revista "Colori e piume" de junho de 2001. Nesse notável artigo são apresentadas diversas referências a deficiências nutricionais, de metionina e outros elementos, em várias espécies. Pude perceber que o fenómeno é recente e ligado ao aparecimento da despigmentação, pode não ser provocada por alimento. Daí, a forte suspeita quanto a um fator genético.

O fenómeno normal dos "barramentos” nunca foi bem esclarecido, embora tenha suscitado interesse ao menos pela sua difusão. Portanto, ainda vale a pena destacar esta pequena semelhança entre duas mutações alelomórficas importantes como o fator opalino e o fator ônix.

Me parece ser o caso de considerar que normalmente os "barramentos" diferentes daqueles do tipo melânico ancestral apresentam bandas mais claras, como nos pastéis parcialmente asas-cinza. Por outro lado, nos opalinos, ao menos aparentemente, haveria uma concentração de melanina em zonas restritas. Mais nebuloso ainda é esclarecer o fenómeno nos canários ônix, visto que não é tão evidente favorecendo a incerteza.

.l: O autor partilha da tese que admite existência de mais de um tipo de feomelanina e também adota a teoria de que o fator ônix provoca a transformação da feomelanina em eumelanina. Ambas as teorias não são aceitas por unanimidade.

LEGENDA FOTO - Melaninas - as 3 fotos) esquerda são de retrizes (timoneiras) ( exemplar ágata opalino; as 3 fotos da diríeita mostram asa e retrizes de um exemplar ônix.


Ficha Técnica do Canário de Porte

ORIGEM: Grã-Bretanha

HISTÓRICO:

A mutação do topete surgiu entre 1709 e 1750.

Várias raças passaram a exibir este ornamento e inicialmente a raça Norwich apresentava dois tipos distintos, os CRESTED e os PLAINHEAD (cabeça lisa).

A partir de 1860, os pássaros de topete começaram a ser separados dos de cabeça lisa e constituíram uma nova raça, onde os pássaros sem topete descendentes dos de topete passaram a se chamar CREST BRED.

A raça atingiu seu apogeu no final do século passado e como todas as raças europeias teve seus percalços com as duas Guerras Mundiais.

Sob o patrocínio da OVCA (Old Varieties Canary Association) a raça voltou a expandir-se após a década de 70 e hoje está bastante difundida pelo resto do mundo.

A raça se compõe, como todas em que há o topete, de dois tipos de indivíduos: os de topete denominado CRESTED e os sem topete, em cujos ascendentes já sempre um pássaro de topete, denominados CREST-BRED.

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O CRESTED IDEAL

O topete é a parte fundamental. As penas que o compõe são largas e abundantes e se irradiam de um ponto central no meio do topo da cabeça, cobrindo quase totalmente o bico e os olhos. Os topetes ideais são aqueles em que as penas fazem uma curva partindo do ponto central, elevando-se para depois cair. Deve ser circular, sem falhas e se fundir harmoniosamente com a nuca. A cabeça sendo grande, o topete também o é. Nos pássaros sem topete, penas longas na cabeça e sobrancelhas evidentes caracterizam o parceiro perfeito.

A forma do corpo é semelhante à do Norwich. Os ombros são largos, peito profundo, dorso quase plano ligado à cabeça por um pescoço curto e grosso.

O tamanho é sempre superior aos 16 cm.

A posição é semelhante também à Norwich, aproximadamente 45° com a horizontal do poleiro.

A plumagem, ao contrário da do Norwich é abundante e são admitidas penas soltas. Os chorões, quando presentes, valorizam o exemplar.

A asas são curtas, perfeitamente aderidas ao dorso, sem se cruzarem, estarem arriadas ou levantadas.

A cauda é média e compacta.

As patas são curtas com as coxas praticamente dissimuladas na plumagem, canelas curtas e fortes com dedos e unhas perfeitos.

Não são admitidos colorantes artificiais e o pássaro deve estar limpo e saudável e sua movimentação é relativamente pequena.

GAIOLA

A gaiola ideal para o CRESTED é idêntica à da raça Norwich e deve ter sempre 2 (dois) poleiros na horizontal distantes um do outro 10 (dez) cm.

COMENTÁRIO SOBRE AS CARACTERÍSTICAS

TOPETE/CABEÇA        MAX. 45 PONTOS

Pássaros com topete plano, mas perfeito, devem ser penalizados com moderação.

Pássaros com topete completo mas elíptico devem ser penalizados, assim como aqueles que apresentem o bico e os olhos muitos aparentes.

Pássaros com topetes incompletos, fendidos ou levantados na nuca devem ser penalizados com rigor.

0 ponto central deslocado ou transformado em linha deve ser penalizado. A falta de número elevado de penas no topete deve ser penalizada com extremo rigor. A presença de "canos" no topete deve ser observada e penalizada com sua importância, pois sendo a última parte da plumagem a mudar, quando as exposições se realizam cedo, tal fato pode ser uma constante em quase todos os pássaros.

Face ao valor do item uma penalização rigorosa praticamente alija o pássaro da competição.

No CREST BRED as cabeças pequenas e lisas devem ser penalizadas com rigor, do mesmo modo que a ausência de sobrancelhas e penas grandes nos pássaros de cabeça perfeita.

FORMA            MAX. 10 PONTOS

A forma é semelhante à do Norwich e do pássaro europeu chamado Bullfinch (inglês), Camachuelo (espanhol), Dompfaff (alemão) ou Bouvreil (francês).

Ombros estreitos, peito reto, costas corcundas e/ ou corpo longo e fino são faltas que devem ser penalizadas com rigor.

O dorso plano e/ou a ausência da curva reversa que une o peito e a cauda devem ser penalizados.

TAMANHO        MAX. 10 PONTOS

O tamanho pode variar dos 15,5 aos 16,5 cm.

No caso de pássaros idênticos em todos os outros aspectos, principalmente no topete, os ingleses dão maior valor ao pássaro de menor tamanho desde que dentro dos limites, contrariamente ao nosso critério.

Pássaros muito pequenos, com tamanho próximo ao do Gloster, devem ser penalizados com rigor.

Pássaros além dos 16,5 cm devem ser tolerados, desde que possuam as características da raça.

POSIÇÃO         MAX. 10 PONTOS

Pássaros deitados sobre o poleiro por ação de pernas implantadas muito à frente ou com posição elevada devem ser penalizados com rigor.

Os pássaros de topete tendem, quando este obscurece os olhos, a ficarem mais elevados para olhar algo e isto não deve ser levado em consideração se ao posarem no poleiro ficam na posição ideal.

PLUMAGEM     MAX. 10 PONTOS

A plumagem é densa e o ideal é que seja compacta, mas isso dificilmente acontece. Penas frouxas na região do peito, entre as pernas e na região da cloaca são comuns, principalmente nos nevados, e essas faltas devem ser toleradas ou penalizadas com parcimônia.

A presença de chorões é comum nos adultos, e nem sempre nos filhotes, valorizando os pássaros que os apresentam.

Pássaros com falta acentuada de penas devem ser penalizados com extremo rigor. Os colorantes artificiais não são permitidos assim como os pássaros de fundo vermelho.

ASAS E CAUDA   MAX. 10 PONTOS

As asas são curtas e terminam antes do início da cauda. Asas longas mas perfeitamente assentadas devem ser penalizadas. As cruzadas, caídas ou elevadas (dorso corcunda) devem ser penalizadas com rigor.

Caudas longas, abertas ou com falta de até 3 penas devem ser penalizadas.

PATAS MAX. 05 PONTOS

Coxas por demais aparentes devem ser penalizadas com rigor. Canelas longas e pequena imperfeições nos dedos e unhas também devem se penalizadas. Pernas e pés com escamas devem ser penalizadas no item Condição Geral.

CONDIÇÃO GERAL       MAX. 05 PONTOS

Pássaros sujos, com escamas nas canelas e dedos, devem ser penalizados com rigor.

DEFEITOS DESCLASSIFICANTES

- Pássaros com cor de fundo vermelho.

- Topete com falta acentuada de penas.

- Pássaros sem a forma do padrão.

 

 




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