Informação, Tecnologia e Qualidade a Serviço do Criador.

O portal feito para você e seu pássaro!

(19) 3873-4161 / (19)3903-2065 / (11)97110-0585

vendas@amgercal.com.br

Vinaora Nivo SliderVinaora Nivo SliderVinaora Nivo SliderVinaora Nivo SliderVinaora Nivo SliderVinaora Nivo SliderVinaora Nivo SliderVinaora Nivo Slider
  |    |   São Paulo - SP 

Cuidados Pediátricos

cuidados_pediatricosUma ação que estimula a fêmea e/ou o macho a alimentar seu filhote são os piados que estes emitem até estarA_Q_U_I___I_M_A_G_E_N_S saciado pelo alimento. Quando o filhote não pede este alimento, podemos tirar algumas conclusões:

Imaturidade da fêmea como mãe;
Existe doença na fêmea ou no filhote;
Alguma deformidade física do filhote;
Ambiente estressante (ruídos, pessoas estranhas, animais estranhos, etc.);
Falta do macho, que muitas vezes auxilia no trato;
Ninho errado, em forma, ventilação, luz, material para construção;
Calor ou frio.

A fêmea tenta estimular o filhote, quando este não responde, ela simplesmente o elimina bicando ou jogando para fora do ninho. Ás vezes encontramos filhotes mortos amassados dentro do ninho, junto com os filhotes vivos, sem que com isto a fêmea fique incomodada.

Nestes casos de fraqueza do filhote devemos aquecê-los com uma bolsa de água quente coberta por uma toalha (teste a temperatura da bolsa no dorso da mão). Dê o medicamento diretamente no bico usando agulha de insulina. A glicose a 25% é fornecida na dose de 2 gotas de 11/2 e 1 ½ hora, ou menor tempo. Quando tiver alguma reação, tentar devolve-lo para o ninho. Fique alerta, pois caso a mãe rejeite novamente o filho, ela pode até matá-lo. Neste caso de rejeição podemos colocá-lo em uma ave ama-seca, ou da mesma espécie ou espécie diferente, que esteja em reprodução, com as características físicas desta época. Muitas vezes temos que ajudar a ama-seca ou a mãe nova a alimentar o filhote com papinha própria, cujos nutrientes são formulados para filhotes, o que consome muito tempo e trabalho.

Alguns casos em que os pais não tratam bem os filhotes, estes poderão permanecer nos ninhos, assim apenas auxiliamos a alimentação algumas vezes ao dia. Este método faz com que o filhote receba alimentos também dos pais, fornecendo anticorpos, e enzimas digestivas. Estes casos geram filhote mais forte do que aqueles criados apenas artificialmente. No Caso do filhote já ter saído do ninho, mas não se alimentar direito, separe a gaiola, coloque poleiros próximos da divisória dos dois lados e observem, os pais continuam tratando os filhotes, mas sem que estes invadam seu espaço.

O filhote somente alimentado artificialmente deve permanecer em local ou gaiola aquecidos, por duas lâmpadas de 40W de feixe fosco, mantendo 370C, e tomando-se o cuidado para não ter chance de encostar na lâmpada. Esta tarefa ocupa muito tempo e dedicação. Dependendo da espécie terá de ser alimentado de 2 a 4 horas por dia. Quando as aves são muito jovens, este período deve ser reduzido de 1 em 1 hora e as temperaturas deverão ser de 32-350C. No caso de beija-flores o período de alimentação pode chegar até 30 em 30 minutos. O alimento deve ser servido sempre morno.
Enquanto o filhote come devemos limpar o alimento que gruda na apenas antes que resseque. Limpar a região da boca do filhote com cotonetes, para não acumular e fermentar esta comida até a próxima refeição.

O alimento próprio para filhotes, pode ser encontrado em grandes magazines de alimentos para animais, ou então preparado em casa. Fazer uma farinha com a mistura de: 60% de milharina (farinha de milho pare cozida e fina), 30% de Neston (produto floculado com cereais: aveia, cevada e trigo, adoçado), 10% de leite em pó.

Esta farinha pode ser armazenada, sempre em local fresco e seco. Na hora de preparar o alimento, misture:
3 colheres de farinhada, 1 gema cozida, papinha de frutas ou vitamina de frutas até dar a consistência boa para cada filhote.

Acrescente 1 gota de suplementos vitamínicos (Protovit infantil) 3 vezes por semana, 1 ou 2 gotas de Calcigenol por dia.

Fazer o alimento todos os dias na primeira refeição e guardar em geladeira. Após a mistura com frutas e ovos, este alimento não pode ser armazenado em geladeira por mais de 18 horas.

Quanto às doenças, são muito variadas nesta fase da vida. Alguns criadores utilizam antibióticos e antifúngicos para prevenir. Nós não recomendamos, pois desde que os pais tenham recebido manejo e alimentação adequados, imunizados e controlados para doenças e parasitas, os filhotes continuarem recebendo cuidados especiais, este não precisará de medicamentos para viver. Todo criador que mantém estas normas básicas de criação e manejo, não utiliza antibióticos nesta fase de filhotes. Os órgãos das aves estão em maturação e podemos afeta-los irremediavelmente, principalmente no que diz respeito a reprodução futura. O ideal é procurar orientação ao sinal de qualquer sintoma anormal, que pode ser digestão difícil, diarréia, perda de apetite, sonolência, etc.

TABELA: Capacidade do papo e  volume de líquido que pode ser administrado para um filhote a cada 1 e ½ hora.

Espécie da ave e peso vivo médio (g)

Capacidade do papo do adulto ( em ml)

Volume (ml) administrado para adultos

Volume administrado para filhotes a cada 1 e ½ hora depende do peso (10g)

Volume administrado para filhotes a cada 1 e ½ hora depende do peso (10g)

ML

ML

gotas/conta-gotas

Canário – 30g

0,25-0,5

0,3-0,5

0,1-0,2

2-4

Periquito – 60g

0,5-10

0,6-1,0

0,2-0,4

4-8

Arara-800g

20-30

6,0-12

0,8-1,5

16-30

Cacatua-500g

20-30

4,0-7,5

0,4-0,75

8-15

Papagaio-300g

10-15

1,0-1,5

0,3-0,5

6-10

Agapornis-50g

2-5

0,4-0,75

0,04-0,075

gotas de insulina

Curió-30g

0,3-0,5

0,3-0,5

0,1-0,2

2-4

Bicudo-30G

0,5-0,8

0,4-0,75

0,04-0,75

gotas de insulina

Observação: 1 ml equivale a 20 gotas de conta-gotas, cada gota de conta-gotas equivale a 6 gotas com agulha de insulina.

A INCUBAÇĂO DA CANÁRIA

A incubação ou choco dura de 13 a 14 dias, é feita normalmente pela fêmea: às vezes os machos, velhos pais, acabam querendo auxiliar as canárias nesta tarefa materna.

Durante a incubação, o macho bom redobra de atenção para a fêmea: leva-lhe comida no bico, canta com prazer as suas melhores melodias, e quando ela se esquece de mudar de posição e arejar os ovos, vai até o ninho, como a convidá-la a fazê-lo.

A fêmea a cada hora ou a cada duas horas, levanta-se de cima dos ovos, pousa na borda do ninho, examina-os, e com o bico vai virando os ovos. Depois estende as pernas e as asas, como a espreguiçar-se, voa um pouco para fazer exercícios, come, bebe, excremento e volta ao choco.

Aos treze dias a fêmea mostra-se mais inquieta, parecendo sentir as vidas novas que tem debaixo de si; os canários picam então o frágil ovo, a mãe ajudando-os a sair, despedaçando pouco a pouco a casca que os oprime, comendo-a muitas vezes.

Alguns, por falta de força, não conseguem sair do ovo e quando a mãe não ajuda, morrem na casca. O criador experiente, pode socorrê-los, levantando com muito cuidado a casca com um alfinete ou agulha desinfectada, alargando a fenda do lado do bico, mas procurando não fazer sangue; se este aparece, suspende-se logo a operação, colocando os ovos no ninho para que a mãe venha aviventar com o seu calor.

Há pássaros que levam uma hora para sair da casca, outros demoram até seis horas, que é o mais corrente; mas também há filhotes tão fracos que só conseguem desprender-se da casca vinte e quatro horas depois de terem picado o ovo.

Assim que nascem, ou à medida que vão nascendo, a canária cobra os filhos comas asas, para que enxuguem e se aqueçam. Durante as primeiras horas de vida, os filhotes alimenta-se com os restos de gema de ovo, donde provém, e que ainda lhe restam no intestino para consumir.

Não se deve espantar as fêmeas quando estão no ninho; para vermos os filhotes é preferível aguardar uma ocasião em que tenham saído a comer, ou fazem exercício.

Todos os ovos, para um bom desenvolvimento do germe, necessitam, além do calor, de um certo grau de umidade ambiente.

Os bons e maus anos para criação são especialmente conseqüência de um bom ou mau estado higrométrico da atmosfera sobretudo no fim da incubação. Por isso somos de opinião, que é de boa prática borrifar levemente os ovos ou as penas das canárias, do décimo ao décimo terceiro dia com água.

Adicionar comentário

Código de segurança
Atualizar

2017© Amgercal Indústria e Comércio Ltda.
Fábrica e Escritório Central:
RUA PADRE FRANCISCO ABREU SAMPAIO, 33
Chácara Bela Vista - Sumaré - SP - cep: 13175-560
Tel: (19) 3873-4161 / (19) 3803-2065 / (11) 97110-0585 Whatsapp
E-mail: vendas@amgercal.com.br
Site e Publicidade: Artware