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Periquito Maracanã Alimenta-se de Mandioca na Bahia

periquito_maracanaPor: Alba Rejane Nunes Farias, Jayme de Cerqueira Gomes, Pedro Luiz Pires de Mattos, Luciano da Silva Souza
Pesquisadores da Embrapa Mandioca e Fruticultura
Rua Embrapa, s/n, Caixa Postal 007
CEP 44.380-000 - Cruz das Almas (BA)
Fonte: Embrapa


A mandioca (Manihot esculenta Crantz) ocupa posição de destaque como cultura alimentarI_M_A_G_E_M___A_Q_U_I_1 para pequenos agricultores em regiões tropicais e subtropicais, sendo a quarta fonte mais importante de carboidratos para consumo humano, depois do arroz, da cana-de-açúcar e do milho.

A produção em grande escala e a diversificação de produtos para aplicações na indústria estão aumentando em algumas áreas da América do Sul e Ásia, mas a maior parte da mandioca é produzida para consumo imediato e fornece o alimento básico para a maioria das pessoas localizadas em regiões mais pobres.

Trata-se de uma cultura de propagação vegetativa, ciclo longo e com tolerância à seca. Regularmente é plantada com outras culturas e em ciclos de cultivos escalonados, normalmente presente em campos de agricultores. Estas características agronômicas contribuem para a grande diversidade de insetos e ácaros que se alimentam da mandioca, e, ocasionalmente, outros animais da fauna brasileira.

Na região Sudoeste da Bahia, a agricultura familiar, caracterizada por padrões distributivo e sustentável da produção, é formada por propriedades pequenas, sendo de grande importância na oferta de mandioca, empregando mão-de-obra rural e participando significativamente na produção agrícola como um todo.

O periquito maracanã (Aratinga aurea), conhecido também como periquito-estrela, aratinga-estrela, jandaia, ararinha e maracanã-de-testa-amarela, ou simplesmente maracanã, no Sudoeste baiano, mede 27 cm de comprimento. É um dos mais conhecidos e abundantes representantes da família Psittacidae em nosso País, sendo comum na copa de vegetação de cerrados, capoeiras, plantações e manguezais. Vive em bandos, alimentado-se em geral de frutos.
Na região do Rio Gavião, Sudoeste da Bahia, bem como na Chapada Diamantina, município de Gentio do Ouro, onde a cultura da mandioca é de extrema importância para a alimentação humana e animal, quando o período seco é extenso, a escassez de alimentos é elevada.

Na falta de outras opções alimentares, o periquito maracanã recorre à cultura da mandioca, alimentando-se das hastes mais tenras, incluindo a medula, causando severos danos às plantas, além de danificar as hastes usadas para novos plantios, diminuindo assim a qualidade do material de propagação. Como na época não ocorrem chuvas, a parte terminal da planta perde as folhas e seca, como se tivesse ocorrido uma poda, dificultando a translocação de carboidratos e reduzindo o rendimento de raízes. Em função da morte das plantas ser apenas parcial, após as chuvas ocorre a sua recuperação, consumindo parte das reservas acumuladas nas suas raízes.

Os danos poderão ser maiores ou menores de acordo com o estágio de desenvolvimento da planta. Assim, quanto mais jovens as plantas, mais severos serão os danos.


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