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Border - Comportamento

Manuel João Múrias

Gostaria de começar este artigo pelas peculiaridades do Border. Como criador, julgo
I_M_A_G_E_M__A_Q_U_Ique, se o casal é totalmente compatível, tudo se passa de forma normal, como com qualquer canário robusto.

No entanto, os Border podem ser demorados no acasalamento, prolongando­‑se muito o namoro e sendo o ninho feito devagar e com toda a calma. Nestes casos, por vezes, consegue-se só uma postura. Verifica-se isto tanto mais quanto mais apurada é a ave, não na perfeição do standard, mas em casos de consangüinidade na árvore genealógica de cada exemplar. Penso que o facto de muitos canários não criar fluentemente deve-se ao facto, não de serem filhos em consangüinidade, mas de terem ancestrais em que essa consangüinidade se verificou.

A fragilidade de caracteres, na procriação e outro tipo de comportamentos nega­tivos são devidos a isto mesmo, a consangüinidade. Nas minhas aves, tento apurar Standards que por vezes demoram muito atingir a finalidade que me proponho: standard e bons reprodutores. Confesso que às vezes não é fácil juntar estes dois factores, mas não deixo de apelar aos criadores para se esforçarem por ambos.

O Border é uma ave calma e sem exageros.  Sente-se bastante quando é incomodada ou agarrada, ou quando lhe mudam as instalações. Ao preparar novas aves para a temporada da criação, tenho em conta que deverão passar pelo menos dois meses nas minhas instalações, sem faltar uma boa parte do tempo no voadouro. Devem exercitar-se o mais possível, pois assim vão ganhando confiança.

A meu ver, os Borders, mais do que outros canários, apesar de temperamentais, do seu ar dócil e terno, devem acostumar-se ao tratador, pois esse será um grande passo para o bom desempenho reprodutivo. Digo isto porque a calma que deve existir no canaril na época da reprodução será importante para o sucesso da temporada. Não queremos canários que se assustem mal colocamos a mão dentro da gaiola ou que tenham um choque nervoso ao ser agarrados. Estas coisas simples conseguem-se com o tempo. Com a confiança ao tratar o Border. Devem sentir um grande à­‑vontade com quem os trata.

Um bom casal de Borders tem comportamentos iguais a outras raças mais robustas. Filhotes separados por grade aos 15 dias, aos 22 dias separados para a creche e auto-suficientes. 

É com grande prazer que vejo aqueles pequeninos na creche com vôos muito curtos e uma certa curiosidade pelo que os rodeia. São primeiramente impulsionados pela fome, que os leva à papa de cria e às sementes germinadas, mas passados poucos dias começam a debicar as espigas de painço e, depois, a aveia descascada e alpista.

A sua curiosidade é como se fosse pensada. Agem com cautela, depois de as banheiras serem colocadas espreitam durante todo o primeiro dia, só depois ganham coragem e tomam banho. A partir daí, mal seja colocada a banheira, lançam-se nela com um grande prazer.


Os Borders, como todos os canários de plumagem muito densa, necessitam de banho diariamente. O tratador, a meu ver, deve, além do mais, redobrar cuidados contra os ácaros. Os ácaros brancos podem destruir uma plumagem magnífica (são aqueles ácaros parecidos com os do papel e madeira e que habitam a própria ave). Os ácaros vermelhos destroem ninhadas completas enfraquecendo os adultos (ver ácaros em Saúde). Por tudo isto, deve haver um cuidado extremo na desparasitação periódica, para não haver hipóteses de tão nefastos parasitas.

Sou contra aves em espaços muito pequenos que não consigam voar. O espaço útil no alojamento dos Borders para a criação pode perfeitamente ser igual à de um Lizard ou de um Fife. Isto porque o Border não é de grandes nervosismos, de grandes espaços. O seu espaço útil será aquele de que necessita para algum vôo. Não é necessária, a meu ver, uma gaiola maior do que 40X35X35. Se for maior, o rendimento da gaiola não será aproveitável. Noto que já não poderia dizer­‑se isto de um Lizard, uma raça muito menor que o Border (12,5cm), no entanto com uma maior vivacidade e que aproveita todos os cantos da gaiola. Do temperamento do Border não consta a irrequietude. O Border representa uma paz imponente: tudo com muita calma.

 

 

 

 

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